Para quem acompanha pacientes graves em enfermaria, ambulatório ou domicílio.
Ideal para ganhar clareza e segurança em decisões no tempo certo.
Para alinhar comunicação, condutas e apoio integral ao paciente e família.
Para quem atende doenças avançadas e precisa focar em qualidade de vida.
Entenda o que são cuidados paliativos e o que eles não são, sem confusão com abandono terapêutico.
Aprenda a reconhecer sinais, trajetórias e
contextos em que a abordagem
é indicada.
Compreenda lógica de manejo para dor e desconfortos comuns em doenças avançadas.
Melhore sua comunicação para alinhar expectativas, preferências e objetivos de cuidado com empatia.
Saiba registrar preferências e planos de cuidado, evitando ruídos e condutas desalinhadas.
Aprenda a incluir e orientar familiares, reduzindo sofrimento e fortalecendo suporte ao paciente.
Você vai compreender o conceito de cuidados paliativos, seus princípios e objetivos. Entende o que muda na prática quando o foco passa a ser alívio do sofrimento e qualidade de vida, e como isso se integra ao tratamento ativo. O módulo reduz confusões comuns, esclarece mitos e te dá uma base sólida para comunicar o tema com segurança.
Aqui você aprende a reconhecer os pacientes elegíveis e os momentos corretos para introduzir a abordagem paliativa. Você entende trajetórias de doenças graves, sinais clínicos e necessidades que pedem mudança no plano de cuidado. O foco é evitar atrasos, reduzir sofrimento desnecessário e melhorar o alinhamento entre equipe, paciente e família.
O módulo final é o mais prático: como conduzir o cuidado no dia a dia. Você aprende sobre comunicação, definição de objetivos, documentação de preferências, organização do plano de cuidado e suporte à família. A proposta é te dar um caminho aplicável, com clareza de prioridades, postura ética e tomada de decisão mais humana e técnica.
Não. Cuidados paliativos não são abandono terapêutico. Eles podem coexistir com tratamentos curativos ou modificadores da doença. A diferença é o foco: aliviar sofrimento, controlar sintomas e alinhar objetivos de cuidado com o que faz sentido para o paciente. Em muitos casos, iniciar paliativos cedo melhora a qualidade de vida e evita procedimentos desnecessários, sem “desistir” do paciente.
Quanto antes você identificar necessidades reais de sofrimento e risco de piora, melhor. Paliativos devem ser considerados em doenças graves, progressivas ou potencialmente fatais, especialmente quando há sintomas difíceis, internações repetidas, declínio funcional ou dúvidas sobre benefícios de tratamentos invasivos. O curso ajuda a reconhecer sinais e momentos oportunos para introduzir a abordagem de forma ética e clara.
Sim. Comunicação é um dos pilares do cuidado paliativo. Você aprende a conduzir conversas difíceis com empatia e técnica, ajudando paciente e família a compreender o cenário, alinhar expectativas e definir objetivos. O foco é reduzir ruído, evitar decisões precipitadas e garantir que preferências sejam discutidas e, quando possível, registradas adequadamente, favorecendo continuidade do cuidado.
Com certeza. Cuidados paliativos são, por natureza, multiprofissionais. Assistentes sociais, fonoaudiólogos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas e outros profissionais têm papel essencial no controle de sintomas, suporte à família, comunicação e cuidado integral. O curso foi pensado para a prática, então ajuda a entender onde cada profissional entra e como atuar em conjunto, com mais alinhamento.
Ele é estruturado para ser aplicável. A trilha “o que é, quando indicar e como fazer” já organiza o raciocínio clínico e a tomada de decisão. Você sai com um mapa mental prático: reconhecer elegibilidade, priorizar conforto, conduzir conversas e estruturar um plano de cuidado mais humano. Isso serve tanto para ambulatório quanto para enfermaria, UTI e contextos domiciliares.
A principal mudança é sair do improviso e ganhar segurança. Você passa a entender cuidados paliativos de forma clara, reconhecer o momento certo e conduzir o cuidado com mais técnica e humanidade. Isso reduz sofrimento do paciente, diminui conflitos com a família, melhora alinhamento da equipe e dá mais clareza ética para decisões complexas. Em resumo, você aprende a cuidar melhor quando o caso exige mais.